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Concurso Polícia Federal 2026: situação real, 5 cargos e como estudar agora

14 min de leitura20 de março de 2026Por Concierge Provattio
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Concurso Polícia Federal 2026: situação real, 5 cargos e como estudar agora
Créditos: Foto de Israyosoy em pexels.com

Rodrigo tem 30 anos, é advogado criminalista em Curitiba. Prestou o concurso da PF em 2018 e em 2021. Não passou em nenhum dos dois. Em 2025, quando saiu o novo edital, ele não estava com a preparação em dia e decidiu não se inscrever.

Hoje, lendo que a PF vai convocar 1.456 excedentes em vez de lançar novo edital, ele tem uma dúvida que não sai da cabeça:

Errei a janela? O próximo concurso da PF vai demorar anos?

A resposta curta: não. A resposta longa é o que este artigo vai explicar.

O concurso PF 2025 está em andamento — provas foram aplicadas em julho de 2025, candidatos a Agente já têm convocação para o Curso de Formação, e a corporação pediu autorização para chamar mais 1.456 excedentes. Isso significa que não haverá novo edital imediato.

Mas o que os números dizem é diferente do que parece na superfície: a PF tem 2.365 cargos vagos hoje, o diretor-geral declarou publicamente que precisaria dobrar o efetivo, e tramita no Congresso um projeto que torna o concurso da PF automático sempre que mais de 5% dos cargos estiverem vagos.

O próximo edital vai sair. A pergunta certa não é "se" — é "quando". E quem começa a estudar agora chega a esse edital com base consolidada, enquanto a maioria dos concorrentes começa do zero quando o edital é publicado.

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Qual é a situação real do concurso Polícia Federal em 2026?

O concurso PF 2025 foi publicado em 20 de maio de 2025, com 1.000 vagas para 5 cargos, organizado pelo Cebraspe. As provas objetiva e discursiva foram aplicadas em 27 de julho de 2025. Em março de 2026, o certame segue em andamento — candidatos a Agente já foram convocados para o Curso de Formação, e Delegados e Peritos passaram pela avaliação de títulos.

A corporação não vai lançar novo edital em cima do que está em execução. Em vez disso, o Diretor-Geral da PF, Andrei Augusto Passos Rodrigues, assinou o Ofício nº 123/2026/SEAPRO/GAB/PF solicitando ao Ministério da Justiça autorização para convocar até 1.456 candidatos excedentes — aprovados no edital 2025 mas fora do número original de vagas.

Fator

Situação atual (março/2026)

Edital 2025

Em andamento — válido até outubro/2027

Candidatos a Agente

Convocados para Curso de Formação (jan/2026)

Excedentes solicitados

1.456 (Ofício nº 123/2026)

Novo edital em 2026

Não confirmado

Cargos vagos atualmente

2.365 (Agente 1.421 + Escrivão 444 + Delegado 337 + outros)

Efetivo atual

~13.000 policiais + ~2.000 administrativos

Meta declarada pelo DG

Dobrar o efetivo

PL de concurso automático

Tramitando no Congresso (já passou pelo Senado)

O que isso significa para quem quer entrar na PF: o edital 2025 absorverá até 2.000 pessoas entre vagas originais e excedentes. Com 2.365 cargos vagos apenas nas carreiras policiais — e aposentadorias se acumulando — a pressão por novo edital não vai diminuir. A estimativa mais conservadora aponta para um novo certame entre 2027 e 2028.

Doze a dezoito meses de preparação focada, começando agora, é exatamente o tempo que candidatos como o Rodrigo precisam para chegar ao próximo edital em condições de competir pelas vagas de Delegado — e não apenas para "tentar".

Quais são os cargos da Polícia Federal e quanto cada um paga?

O edital 2025 abriu 5 carreiras. O próximo edital deve manter estrutura similar, com possibilidade de mais vagas dado o déficit atual.

Agente de Polícia Federal (630 vagas no último edital)

Item

Dados

Nível exigido

Superior em qualquer área

Salário inicial

R$ 14.164,81

+ Auxílio alimentação

~R$ 1.000

Total estimado

~R$ 15.164

CNH exigida

Categoria B ou superior

O Agente é a porta de entrada mais acessível da PF — maior número de vagas, nível superior em qualquer área e o menor salário inicial da carreira policial. Suas atribuições incluem investigação, vigilância, inteligência policial, execução de mandados e apoio a operações.

É o cargo mais disputado da PF em número absoluto de inscritos — e onde o TAF (Teste de Aptidão Física) elimina a maior quantidade de candidatos que foram muito bem na prova escrita.

Escrivão de Polícia Federal (160 vagas no último edital)

Item

Dados

Nível exigido

Superior em qualquer área

Salário inicial

R$ 14.164,81

CNH exigida

Categoria B ou superior

O Escrivão tem o mesmo salário inicial do Agente e o mesmo requisito de formação, mas atribuições distintas: lavratura de termos, autos e documentos policiais, controle de procedimentos administrativos, prisões em flagrante, inquéritos. É um cargo de perfil mais técnico-jurídico dentro da investigação — e, historicamente, com concorrência menor por vaga do que o Agente.

Papiloscopista Policial Federal (21 vagas no último edital)

Item

Dados

Nível exigido

Superior em qualquer área

Salário inicial

R$ 14.164,81

CNH exigida

Categoria B ou superior

O Papiloscopista é o especialista em identificação humana — impressões digitais, palmar e plantar, registros biométricos, identificação de cadáveres. É o cargo com menor número de vagas da PF e, consequentemente, o menos disputado em número absoluto — mas o conteúdo específico de Papiloscopia exige estudo especializado que muitos candidatos subestimam.

Perito Criminal Federal (69 vagas, 13 especialidades no último edital)

Item

Dados

Nível exigido

Superior na área específica da especialidade

Salário inicial

R$ 26.800,00

CNH exigida

Categoria B ou superior

O Perito tem o mesmo salário do Delegado e é o cargo com maior diversidade de perfis — 13 especialidades no último edital, de Informática Forense a Medicina Legal, de Engenharia Civil a Genética Forense. Cada especialidade tem seu próprio conteúdo programático específico, mas compartilha um bloco de conhecimentos básicos comum.

É o cargo ideal para quem tem formação técnica em área específica (engenharia, medicina, ciências biológicas, contabilidade, TI) e quer a remuneração mais alta da carreira sem o requisito de atividade jurídica do Delegado.

Delegado de Polícia Federal (120 vagas no último edital)

Item

Dados

Nível exigido

Bacharel em Direito

Requisito adicional

3 anos de atividade jurídica ou policial

Salário inicial

R$ 26.800,00

CNH exigida

Categoria B ou superior

O Delegado é o cargo mais disputado por prestígio e o mais complexo em termos de prova. Atua na chefia de investigações, condução de inquéritos policiais, indiciamentos, prisões e coordenação de operações. É o cargo de carreira mais longa e mais exigente da PF — e o que tem a prova discursiva mais complexa de todo o certame.

Para o Rodrigo, como advogado criminalista com mais de 3 anos de atividade, ele já cumpre o requisito de atividade jurídica. Sua formação e experiência diária com Direito Penal e Processual Penal são vantagem real. O que falta é método e consistência na preparação.

Como é a prova da Polícia Federal — estrutura por cargo

A PF tem uma das provas mais completas do serviço público federal. Não é apenas a quantidade de disciplinas — é a combinação de prova objetiva, discursiva, TAF, avaliação médica, avaliação psicológica, investigação social e curso de formação.

Primeira Etapa — Prova Objetiva e Discursiva (Cebraspe)

Para Agente, Escrivão e Papiloscopista:

120 questões de certo ou errado — aplicadas no mesmo turno da prova discursiva, com duração total de 4h30.

Bloco

Conteúdo

Observação

Conhecimentos Básicos

Português, Informática, Raciocínio Lógico

Comum aos 3 cargos

Conhecimentos Específicos

Direito Constitucional, Administrativo, Penal, Processual Penal, Legislação Especial, Criminalística (para Agente e Escrivão) / Papiloscopia e identificação (para Papiloscopista)

Varia por cargo

Pontuações mínimas para não ser eliminado (Agente/Escrivão/Papiloscopista):

  • Conhecimentos Básicos: mínimo 10 pontos

  • Conhecimentos Específicos: mínimo 21 pontos

  • Conjunto: mínimo 48 pontos de 120

Prova Discursiva — Agente, Escrivão e Papiloscopista: Redação dissertativa de até 30 linhas, vale 20 pontos, mínimo 10 pontos para aprovação.

Para Delegado:

120 questões de certo ou errado — aplicadas separadamente, com duração de 3h30. Eliminado quem obtiver menos de 48 pontos.

Prova Discursiva — Delegado: A mais complexa de todo o concurso — dois componentes:

  • 3 questões dissertativas (Direito Administrativo, Constitucional, Penal e Processual Penal), até 30 linhas cada, 4 pontos cada

  • 1 peça profissional de até 90 linhas, valendo 12 pontos

Total da discursiva do Delegado: 24 pontos.

Além disso, o Delegado passa por uma prova oral realizada exclusivamente em Brasília/DF, sobre as mesmas disciplinas da discursiva.

O que mais reprovados não contam sobre a prova objetiva da PF

O bloco que mais elimina candidatos nos cargos de Agente e Escrivão não é Direito — é a tríade Tecnologia da Informação + Contabilidade Geral + Estatística.

Candidatos com perfil jurídico dominam Direito Penal, Processual Penal e Constitucional com naturalidade. Mas chegam zerados em TI (segurança da informação, redes, banco de dados) e Contabilidade — e perdem os pontos mínimos no bloco de específicos justamente por negligenciar esses conteúdos.

A distribuição de estudo que candidatos aprovados relatam:

Bloco

Peso sugerido na preparação

Direito Penal + Processual Penal

25%

Direito Constitucional + Administrativo

20%

Legislação Especial PF (Lei 12.830, Lei 7.210, etc.)

15%

Tecnologia da Informação

15%

Português + Raciocínio Lógico

15%

Contabilidade + Criminalística

10%

Quem ignora TI e Contabilidade para "focar no que sabe" não passa. A prova do Cebraspe cobra proporcionalmente — e eliminar por bloco específico é a armadilha mais comum.

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O TAF da PF — onde candidatos excelentes na prova escrita são eliminados

Esta é a informação que mais candidatos bem preparados precisam ouvir antes de começar.

O Teste de Aptidão Física da PF é aplicado após a aprovação na prova objetiva e discursiva — e é eliminatório. Candidatos que fizeram excelente prova escrita são desclassificados no TAF todos os anos, depois de meses de preparação teórica.

As 4 provas do TAF da PF (aplicadas a todos os cargos policiais):

Prova

O que avalia

Barra fixa

Força de membros superiores — número mínimo de repetições

Impulsão horizontal

Potência de membros inferiores — distância mínima no salto

Corrida de 12 minutos (Teste de Cooper)

Resistência aeróbica — distância mínima em metros

Natação 25 metros

Habilidade aquática — tempo máximo para completar

O elemento que elimina mais candidatos: a natação.

A maioria dos brasileiros adultos não sabe nadar com técnica de natação de piscina — e muitos candidatos que dominam todas as outras provas físicas chegam ao TAF e não conseguem completar os 25 metros no tempo exigido.

Natação não é uma habilidade que se treina em 3 semanas. É uma técnica que exige aprendizado gradual — e candidatos que deixam para começar quando o edital sair frequentemente não têm tempo suficiente para atingir o nível mínimo exigido.

O plano correto para a PF tem dois trilhos paralelos desde o primeiro dia: conteúdo teórico e condicionamento físico com ênfase em natação. Não sequencialmente — simultaneamente.

O que estudar para o concurso da Polícia Federal por cargo

Para Agente e Escrivão — conteúdo programático base:

Conhecimentos Básicos: Língua Portuguesa (com ênfase em interpretação de textos — o Cebraspe usa textos jornalísticos e documentos oficiais). Raciocínio Lógico (estruturas lógicas, lógica proposicional, inferências — cobrado com textos-problema, não cálculo puro). Informática (segurança da informação, redes, sistemas operacionais, banco de dados, legislação de proteção de dados — LGPD).

Conhecimentos Específicos: Direito Constitucional (organização do Estado, direitos fundamentais, controle de constitucionalidade). Direito Administrativo (atos administrativos, licitação, contratos, improbidade, regime jurídico dos servidores). Direito Penal (parte geral + parte especial com ênfase nos crimes contra a administração pública, corrupção, lavagem de dinheiro, tráfico). Direito Processual Penal (inquérito policial, prisões, provas, nulidades, recursos). Legislação Especial (Lei de Drogas 11.343/06, Lei de Lavagem 9.613/98, Lei 12.830/13, Estatuto do Desarmamento, Lei de Proteção de Testemunhas, SINARM). Criminalística (fundamentos de investigação criminal, local de crime, prova pericial, identificação humana). Contabilidade Geral (patrimônio, balanço, demonstrações contábeis básicas). Estatística (medidas de tendência central, probabilidade básica, análise de dados).

Para Delegado — o que o Rodrigo precisa além do que já sabe:

O Rodrigo como advogado criminalista já tem Direito Penal e Processual Penal em nível avançado. O que o edital da PF exige além disso:

Direito Constitucional com profundidade de controle de constitucionalidade e organização do Estado — não apenas garantias individuais. Direito Administrativo completo — área em que advogados criminalistas frequentemente têm lacunas. Legislação especial da PF — leis específicas que não são cobertas na OAB nem na maioria dos exames da advocacia. Criminalística e Medicina Legal em nível básico — o suficiente para conduzir perícias sem ser perito. Inglês instrumental para leitura de documentos internacionais — o Cebraspe cobra interpretação de texto em inglês.

O diferencial do Rodrigo para o próximo edital: dois anos de preparação estruturada, começando agora, com foco nas lacunas reais (Administrativo, TI, Contabilidade, Legislação Especial) e treinamento de peça profissional para a discursiva, é o plano que transforma duas reprovações em aprovação.

Para Perito — a lógica da especialidade:

O Perito tem dois blocos: Conhecimentos Básicos (Português, Lógica, Direito Administrativo básico — compartilhado) e Conhecimentos Específicos da Área (100% relacionado à sua especialidade técnica). Candidatos a Perito em Informática Forense estudam banco de dados, redes, análise de malware e cadeia de custódia digital. Candidatos a Perito em Medicina Legal estudam tanatologia, lesões, toxicologia forense e identificação. O erro mais comum dos candidatos a Perito é negligenciar os Conhecimentos Básicos — achando que "a prova é só da minha área técnica".

Quanto tempo leva para se preparar para a Polícia Federal?

O tempo de preparação varia significativamente por cargo e ponto de partida.

Cargo

Ponto de partida

Tempo estimado

Agente / Escrivão

Formação em Direito ou área humanística

12–16 meses

Agente / Escrivão

Formação em TI ou exatas

14–18 meses

Agente / Escrivão

Sem base jurídica

18–24 meses

Papiloscopista

Qualquer área

10–14 meses

Perito

Formação na área específica

10–14 meses

Delegado

Advogado com experiência jurídica

14–18 meses

Delegado

Bacharel em Direito sem atuação

20–30 meses

O tempo não inclui a preparação física, que precisa começar no mesmo dia — especialmente para quem não sabe nadar.

Para candidatos como o Rodrigo, com 2 prestações anteriores e formação em Direito: 14 a 18 meses com preparação estruturada e foco nas lacunas reais é o tempo realista para chegar competitivo no próximo edital.

Conclusão

O Rodrigo não errou a janela. Ele encontrou o momento certo.

Enquanto o edital 2025 absorve seus excedentes ao longo de 2026 e 2027, a PF acumula 2.365 cargos vagos com o diretor-geral pedindo dobrar o efetivo e um projeto de lei em tramitação para tornar os concursos automáticos. O próximo edital não é uma possibilidade — é uma consequência.

O que você aprendeu neste artigo: a situação real do concurso PF em março de 2026 (em andamento, sem novo edital imediato, mas com pressão estrutural por reposição); os 5 cargos com salários reais (Agente/Escrivão/Papiloscopista R$ 14.164 e Delegado/Perito R$ 26.800); a estrutura completa da prova por cargo (120 questões Cebraspe + discursiva + TAF + avaliação médica + psicológica); por que TI e Contabilidade eliminam mais candidatos com perfil jurídico do que Direito Penal; e por que a natação do TAF precisa começar agora, não quando o edital sair.

Para o Rodrigo — e para todos os candidatos ao próximo concurso da PF — o plano começa hoje.

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Perguntas Frequentes

Quando vai sair o edital do concurso Polícia Federal 2026?

Não há previsão de novo edital para 2026. O edital publicado em 2025 segue válido até outubro de 2027, e a PF solicitou convocação de 1.456 excedentes aprovados. A expectativa para um novo certame é 2027 ou 2028, considerando o déficit de 2.365 cargos vagos e o tempo de absorção dos excedentes atuais.

Quais são os cargos do concurso Polícia Federal e os salários?

O último edital (2025) teve 5 cargos: Agente, Escrivão e Papiloscopista com salário inicial de R$ 14.164,81 (nível superior em qualquer área); Perito Criminal com R$ 26.800 (nível superior na especialidade técnica); Delegado com R$ 26.800 (Direito + 3 anos de atividade jurídica ou policial). Todos os cargos exigem CNH categoria B ou superior.

O concurso Polícia Federal tem teste físico (TAF)?

Sim. O TAF da PF é eliminatório e aplicado após a aprovação na prova escrita. As 4 provas são: barra fixa, impulsão horizontal, corrida de 12 minutos (Teste de Cooper) e natação de 25 metros. A natação é o maior eliminador — candidatos que não nadam com técnica precisam iniciar o treinamento aquático com meses de antecedência.

Quais as disciplinas do concurso Polícia Federal para Agente?

A prova do Agente tem 120 questões (Cebraspe, certo/errado) em dois blocos: Conhecimentos Básicos (Português, Raciocínio Lógico, Informática) e Conhecimentos Específicos (Direito Constitucional, Administrativo, Penal, Processual Penal, Legislação Especial, Criminalística, Contabilidade, Estatística). A discursiva é uma redação de 30 linhas valendo 20 pontos.

Vale a pena estudar para a Polícia Federal sem edital publicado?

Sim — especialmente para cargos concorridos como Delegado, Agente e Perito. A PF tem 2.365 cargos vagos, déficit crescente e pressão institucional por reposição. Candidatos que começam 12 a 18 meses antes do edital chegam com base consolidada, enquanto a maioria começa do zero após a publicação. Para quem tem poucas tentativas anteriores, essa antecipação é o principal diferencial.

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Sobre o autor

Concierge Provattio

Concierge Provattio

Matemático, Engenheiro de Software e graduando em Direito, com pós-graduação em Economia e Finanças, em Direito Constitucional e em Direito Tributário. Experiência real em concursos de alto nível e sala de aula — para iluminar cada etapa da sua jornada de aprovação.

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